Margaret Mitchell´s
Scarlett O'Hara (nome completo do personagem: Katie Scarlett O'Hara Hamilton Kennedy Butler) é a protagonista de Margaret Mitchell 's no livro clássico E o vento levou (Gone with the Wind) e no filme depois de mesmo nome de 1939. Scarlett O´Hara também foi personagem principal do musical Scarlett em 1970 musical e em 1991 de um livro com o mesmo nome que foi a seqüência do filme E o vento levou (Gone with the Wind), escrito por Alexandra Ripley e adaptado para uma mini-televisão-série em 1994. Durante os primeiros rascunhos do romance original, Mitchell refere à sua heroína como "Pansy" e só veio a decidir sobre o nome de "Scarlett" pouco antes das filmagens de E o vento levou.
Scarllet O´Hara (Protagonista de E o vento levou)
O filme conta a saga da voluntariosa Scarlett O'Hara, filha de um imigrante irlandês que se tornou um rico fazendeiro do sul dos Estados Unidos, durante a guerra civil estadunidense.
Scarlett começa o filme como uma jovem mimada e atrevida que vive na fazenda dos pais. Ela é apaixonada por Ashley Wilkes, filho do fazendeiro vizinho, mas este se casa com Melanie Hamilton. Para fazer ciúmes, logo em seguida Scarlett se casa com Charles Hamilton, irmão de Melanie. Após os casamentos, Ashley e Charles partem para a guerra, que havia acabado de ser declarada. Contudo, Charles morre pouco tempo depois disso. Após ficar viúva, Scarlett vai para a cidade de Atlanta para viver com Melanie e aguardar a volta de Ashley, e acaba por servir ao Sul, como enfermeira, ajudando a cuidar dos feridos da chamada guerra de secessão. Durante esse tempo fora de casa ela começa a sentir na pele o sofrimento, fome e pobreza. Ao voltar para a fazenda dos pais, Scarlett encontra sua mãe morta, seu pai louco e toda a fortuna destruída. Diante dessa situação desesperadora ela toma as devidas providências para não deixar que tomem a sua querida fazenda "Tara".
Durante esse processo, Scarlett precisa da ajuda de Rhett diversas vezes, chegando até a se casar com ele após a perda de seu segundo marido. Porém, Scarlett nunca se deu muito bem com Rhett, casando com ele por interesse. Só no final do filme Scarlett realmente se apaixona por Rhett, contudo o desfecho é inesperado.
E o vento levou foi o primeiro filme a cores a ganhar o Oscar de melhor filme.
A Malvada:
Margo Channing, foi inspirado na atriz Tallulah Bankhead, famosa por seu forte temperamento. Bankhead trabalhou no clássico Um Barco e Nove Destinos (1944), de Alfred Hitchcock.
E o vento levou foi o primeiro filme a cores a ganhar o Oscar de melhor filme.
A Malvada:
Betty Davis (Margo Channing de A malvada 1950)
Margo Channing, foi inspirado na atriz Tallulah Bankhead, famosa por seu forte temperamento. Bankhead trabalhou no clássico Um Barco e Nove Destinos (1944), de Alfred Hitchcock.
O filme A malvada, foi baseado na peça radiofônica The Wisdom of Eve, de Mary Orr.
A personagem Margo Channing é uma reconhecida atriz da Broadway que está envelhecendo e Eve Harrington é uma jovem fã que consegue se infiltrar na vida de Channing e que acaba ameaçando sua carreira e relacionamentos pessoais.
Curiosidades do filme a malvada:
O belo figurino de responsabilidade de uma das mais prestigiadas figurinistas do cinema, Edith Head, guarda uma curiosidade. O modelo do decote do famoso vestido, com o qual Bette Davis aparece no rótulo do DVD (foto no blog também) e em outras fotos de cena, aconteceu involuntariamente. Durante a prova final, antes da gravação, os costureiros não conseguiram firmar o decote em V que cismava em abrir-se e deixar parte do ombro da atriz à mostra. Bette Davis, por pressa ou simplesmente falta de paciência, pediu para que o deixassem dessa maneira.
Marilyn Monroe aparece em um pequeno papel. A atriz fez várias pontas no cinema antes de se tornar um dos maiores ícones americanos.
Sinopese do filme A malvada:
O diálogo é inteligente, os personagens... extraordinários, a direção... perfeita e a produção uma das melhores da 20th Century Fox, no cativante filme de Joseph L. Mankiewicz (Variety), vencedor do Oscar de Melhor Filme. Desde o momento em que vislumbra seu ídolo na porta do teatro, Eve Harrington (Anne Baxter) dirige-se impiedosamente rumo a seu objetivo: arrebatar as rédeas do poder da grande atriz Margo Channing (Bette Davis). A astuta Eve manobra seu caminho para não só tomar o lugar de Margo na Broadway, causando sensação, mas como também interfere na vida de seu namorado, o escritor de peças Bill Sampson (Gary Merrill), e do casal de amigos, o diretor Lloyd Richards (Hugh Marlowe) e sua esposa Karen (Celeste Holm). Apenas o cínico crítico de teatro (o vencedor do Oscar, George Sanders) consegue perceber as intenções da bela Eve, admirando sua audácia e o padrão perfeito de dissimulação. Thelma Ritter e Marylin Monroe co-estrelam este celebrado clássico, que venceu seis prêmios Oscar e recebeu o maior número de indicações ao Oscar da história do cinema com 14 indicações.
Eu adoro ambos os filmes. Já os vi inúmeras vezes e não me canso. Vivien Leigh (no papel deScarlett) e Bete Davis (no papel de Margo Channing) fazem uma belíssima atuação.





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